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Rio limpo cria área de preservação paisagística e limita publicidade no centro e zona sul da cidade

A Prefeitura do Rio de Janeiro cria, através de decreto, o projeto Rio Limpo que tem como objetivo valorizar e preservar o Patrimônio Paisagístico e Cultural da Cidade do Rio de Janeiro nas regiões do Centro e da Zona Sul. O decreto cria a Zona de Preservação Paisagística e Ambiental 1 (ZPPA-1) que vai diminuir a poluição visual e a degradação ambiental, além de promover uma melhor gestão do espaço publicitário em uma cidade de belezas naturais e arquitetônicas privilegiadas e reconhecidas internacionalmente.

 A partir da publicação do decreto estão imediatamente proibidos anúncios que cubram fachada, anúncios em outdoors, em letreiros em cobertura de prédios, em empenas cegas, em tapumes e em redes de proteção de obras, nas áreas das I, II, IV e V Regiões Administrativas, que englobam os bairros da Saúde, Santo Cristo, Gamboa, Caju, Centro, Lapa, Botafogo, Catete, Cosme Velho, Flamengo, Glória, Humaitá, Urca, Copacabana, Leme, Lagoa, Leblon Ipanema, Gávea, Jardim Botânico, São Conrado e Vidigal.

Os anúncios indicativos (nome dos estabelecimentos) passarão a ter dimensões de um metro e meio, quatro e 10 metros quadrados, dependendo da extensão da fachada do imóvel e não poderão estar associados à marcas publicitárias:

 1) Fachadas de até 10 metros, o indicativo do estabelecimento será de um metro e meio metro quadrado sendo possível, em caso de comércio de esquina, um indicativo (1,5m2) voltado para cada lado das ruas.

2) Fachadas entre 10 metros e 100 metros lineares, o indicativo terá quatro metros quadrados.

3) Acima de 100 metros lineares serão permitidos até dois indicativos de 10 metros quadrados cada, respeitando uma distância mínima de 40 metros lineares entre cada anúncio.

Em fachadas de shoppings e centros comerciais que não possuam lojas voltadas para rua, será possível a instalação de dois indicativos de 10 metros quadrados. No caso de shoppings e centros comercias com lojas voltadas para a rua, o indicativo das lojas será de um metro e meio quadrado e os indicativos de fachada seguirão a regulamentação por tamanho da fachada (ver itens 1,2 e 3 acima).

Não serão considerados anúncios os banners ou pôsteres indicativos de eventos culturais exibidos em museus, teatros (dentro dos shoppings e fora deles) bem como áreas reservadas nos cinemas para mensagens alusivas aos filmes em exibição. No entanto, eles não poderão ultrapassar 10% do tamanho da fachada. Painéis com mensagens indicativas (totens ou prismas) instalados em área de afastamento frontal dos lotes, serão permitidos desde que área para o indicativo do estabelecimento não ultrapasse dois metros quadrados e o limite de altura de seis metros. O Rio Limpo não atinge os indicativos obrigatórios pela legislação municipal, estadual e federal, como por exemplo placas de obras e exigidas pelo CREA; tabela de preços de combustíveis exigida pela ANP); anúncios nos estandes de venda de imóveis em construção, anúncios em mobiliário urbano (abrigo de ônibus, indicadores de logradouros públicos, bancas de jornais ) e anúncios veiculados em caráter transitório referentes a eventos com autorização do Prefeito.

Os prazos para o cumprimento das novas regras é de até 180 dias. A multa por descumprimento do decreto que cria o Rio Limpo será diária no valor de R$ 570,00. No caso de reincidência ou persistência da irregularidade, o valor da multa será dobrado. Os responsáveis deverão arcar com os custos da retirada dos indicativos irregulares.

Portal da Prefeitura RJ

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A paisagem do Rio vai mudar

A retirada dos painéis publicitários e o fechamento dos postos de combustível da Avenida Atlântica podem embelezar (ainda mais) o panorama da cidade

 

Vista do Centro, na versão sem os letreiros, e hoje (abaixo), com os anúncios: visual mais limpo

 O visual do Rio, que já impressiona pelos seus encantos naturais, deve ficar ainda mais aprazível nos próximos meses. Providencial, o retoque virá de duas iniciativas que prometem eliminar da paisagem alguns excessos visuais e construções horrendas da cidade. No dia 02 de maio, o prefeito Eduardo Paes decretou o fim dos painéis, letreiros e anúncios publicitários em prédios do Centro e da Zona Sul. Com a criação da Zona de Preservação Paisagística e Ambiental (ZPPA), abrangendo 22 bairros, foram banidas propagandas em outdoors, marquises e no alto de edifícios. Os estabelecimentos comerciais também terão de trocar os luminosos e placas por outros de menor tamanho, proporcionais à extensão da fachada. Em paralelo, o governador Sérgio Cabral decidiu finalmente cancelar a licença dos cinco postos de combustível que poluem a vista da orla de Copacabana. Eles agora têm prazo até 6 de junho para deixar os espaços localizados nos canteiros centrais da Avenida Atlântica. “A cidade merece essa limpeza arquitetônica e paisagística há tempos”, afirma Alex Costa, secretário especial de Ordem Pública, que coordenará a remoção das peças publicitárias.

Abastecimento em Copacabana: com os dias contados

Ao atacar os letreiros e luminosos, a prefeitura segue exemplos bem-sucedidos mundo afora. Cidades como Paris, Madri, Londres e Barcelona adotam regras rígidas para esse tipo de exploração comercial do espaço urbano. No Brasil, São Paulo acabou com tal modalidade de propaganda há cinco anos. Batizado como Rio Limpo, o programa carioca terá como alvo cerca de 300 imóveis, que devem retirar imediatamente seus anúncios. Quem tinha autorização anterior também fica com a licença automaticamente revogada. As regras se estendem a lojas, bares, restaurantes, bancos e shopping centers. Seus letreiros deverão ocupar entre 1,5 e 10 metros quadrados, de acordo com a largura da fachada. A canetada do prefeito, no entanto, mantém uma série de outros exemplos de publicidade, como as placas em ônibus, táxis e bancas de jornal. Mas a iniciativa tem uma falha: o decreto municipal não contempla a propaganda do poder público, o que vem gerando críticas sobre a falta de critério. Dizendo-se imbuído da missão de limpar o Rio, Paes pretende analisar pessoalmente caso a caso e garante que a lista de concessões estará concentrada apenas em grandes eventos, como o réveillon e o Rock in Rio. “A legislação anterior era muito ruim e confusa”, considera o prefeito. “Agora temos uma lei um pouco mais radical, que organizará todo o setor e terá efeitos estéticos imediatos.”

A remoção dos postos de gasolina da orla de Copacabana segue raciocínio semelhante, uma vez que eles estão em uma área que, além de importantíssima do ponto de vista turístico, é tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac). No entender do governo estadual, as construções quebram a harmonia paisagística da Avenida Atlântica.

A reação não chega a ser uma surpresa. Historicamente, qualquer iniciativa que se proponha a interferir em velhos hábitos, ou em estilos de vida, enfrenta mesmo resistência. No início do século, o processo de reurbanização do Centro, conduzido por Pereira Passos e apelidado de Bota Abaixo, foi duramente criticado. O mesmo aconteceu durante a remoção da favela da Catacumba na década de 60, com as obras do Rio Orla, trinta anos depois, e já começou novamente em razão das intervenções na região do Porto. A questão é que, ao serem postos em prática, tais projetos trazem tantos benefícios que todo mundo esquece a chiadeira anterior. Dentro dessa lógica, o Rio Limpo e a remoção dos postos da orla logo serão adotados pela maioria dos cariocas.

Fonte: Veja Rio

por Carla Knoplech | 09 de Maio de 2012

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Prefeitura do Rio divulga texto do decreto sobre bicicletas elétricas

A prefeitura do Rio de Janeiro divulgou, nesta sexta-feira, o texto do decreto sobre a circulação das bicicletas elétricas pela cidade. A publicação do ato deve ser na próxima-segunda-feira.

A providência ocorre após a apreensão de uma unidade do meio de transporte em uma blitz da Lei Seca, em Copacabana, na Zona Sul, no último dia 28.

Por conta de este tipo de bicicleta não constar no Código Brasileiro de Trânsito, o Denatran se pronunciou dizendo que o veículo não pode circular. Até a publicação, as multas para quem for pego nas blitzes da Lei Seca ainda estão válidas.

Na manhã desta sexta-feira, o prefeito Eduardo Paes já havia divulgado a elaboração do decreto normatizando o uso das bicicletas motorizadas. Ele se manifestou no sentido de tratar os modelos como bicicletas tradicionais.

A bicicleta apreendida ainda não foi devolvida ao dono. Ela está em um depósito em Niterói, na Região Metropolitana do estado.

Portal R7

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Sepex RJ na Justiça contra Rio Limpo

Surpresa. Esta é a palavra que o presidente do Sepex RJ (Sindicato de Empresas de Mídia Exterior) Waldir Pereira de Souza usou para classificar o decreto da Prefeitura do Rio de Janeiro que criou o “Rio Limpo”, determinando novas regras para a publicidade de mídia exterior, incluindo ai a proibição da mesma em imóveis do Centro e Zona Sul da cidade. Para ele, a medida é arbitrária e inconstitucional, o que levará a entidade a entrar na justiça contra a Prefeitura.

“É ilegal, vamos entrar na Justiça para preservar nossos direitos. Já estamos conversando com advogados e devemos fazer isto até amanhã”, informou. O presidente do Sepex RJ contou que foi informado sobre o decreto através de um fax enviado à entidade na última quarta-feira, 2, às 17h30. “Pedia a retirada imediata, mas antes das 10 da manhã, caminhões não são sequer autorizados a entrar no centro da cidade. Não nos deram sequer a chance de fazermos nós mesmos a retirada, foram quebrando tudo. É um processo arbitrário, tudo estava pago, temos todas as autorizações”, fala.

Souza lembra que, assim que assumiu o cargo, o prefeito Eduardo Paes já tinha feito alterações para regular a mídia exterior. “Ele entrou e fez uma limpeza enorme. Logo depois sentamos, legalizamos tudo, colocamos as placas nos locais corretos. Estávamos com dificuldade para conseguir anunciantes e quando conseguimos firmar tudo certinho, com todas as guias pagas, autorizações, vem esta loucura e ninguém sabe o por que”, diz.

O presidente do Sepex RJ finaliza informando que a expectativa da entidade é suspender o decreto na justiça. “Para depois conversarmos e chegarmos a um meio termo. Não pode ser arbitrário assim, faz o decreto hoje e amanhã sai quebrando tudo. No mínimo tinham que ter nos dado um prazo de 72 horas para a retirada”, conclui.

Fonte: Meio & Mensagem

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Quiosque Globo Rio será inaugurado no dia 26 de abril

Para comemorar os 47 anos da TV Globo, no próximo dia 26, a Globo Rio vai inaugurar um quiosque da emissora na Praia de Copacabana, na altura da Rua Miguel Lemos, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O Quiosque Globo Rio foi criado para interagir com moradores, visitantes e turistas e aproximá-los do universo da TV.

Para isso, o quiosque contará com uma agenda de encontros, palestras e shows, todos abertos e gratuitos. A escolha do local não foi em vão. Copacabana é a porta de entrada do Rio de Janeiro e a praia mais visitada do Brasil. Em frente ao ponto do quiosque, do outro lado da Avenida Atlântica, está sendo construido o Museu da Imagem e do Som (MIS).

Quiosque Globo Rio será inaugurado no dia 26 de abril (Foto: Divulgação / Globo Rio)

Planejado com tecnologia e estrutura para entradas ao vivo nos telejornais, o local também funcionará como um ponto de apoio para as equipes do jornalismo e esporte da TV Globo. E ainda venderá produtos licenciados pela Globo Marcas e uma nova linha exclusiva da Globo Rio, com produtos inspirados em ícones da cidade e que valorizam a historia do Rio.

Móveis de material reciclável

O mobiliário do Quiosque Globo Rio foi todo feito com material plástico reciclável, leve e resistente. Reproduções de câmeras e refletores de luz simulam o ambiente de estúdio de televisão em plena praia. Aberta, a locação estará disponível ao público, que poderá manipular todos os itens do cenário e fazer fotos.

Com 1,6 mil metros quadrados, deck poderá se transformar em um auditório (Foto: Divulgação / Globo Rio)

Com 1,6 mil metros quadrados, o deck poderá se transformar em um auditório para palestras, aulas, oficinas e encontros comunitários. São 32 mesas e 192 bancos, que permitem formações variadas, adaptadas à natureza multimídia do espaço.

“A proposta é inovadora, diferenciada e exclusiva”, conta o cenógrafo Tadeu Catharino. O clima “sala de casa” será reforçado por dois monitores de LCD de 65 polegadas, onde será possível assistir à programação da TV Globo, em alta definição, em plena praia de Copacabana. “Criamos um espaço atraente e convidativo, onde todos se sintam à vontade”, conta Tadeu.

O Quiosque Globo Rio funcionará diariamente – de segunda a quinta-feira, das 8h às 20h; sextas e sábados, das 8h às 22h e aos domingos, das 9h às 21h – e sua agenda de eventos promete ser um atrativo à parte. Relacionada com a grade de programação da emissora, seu objetivo é aproximar ainda mais os programas e quadros da Rede Globo dos telespectadores nas ruas.

Veja a programação de inauguração:

Dia 26: na manhã de quinta-feira (26), dia da inauguração, a Esquadrilha Céu fará uma apresentação nos céus de Copacabana, em homenagem à inauguração do Quiosque Globo Rio. À tarde, o apresentador do ‘Globo Esporte’ Alex Escobar vai ao Quiosque Globo Rio gravar o quadro ‘Cafezinho com Escobar’, em que conversa com o povo nas ruas sobre a rodada da semana, enquanto o humorista Fábio Porchat estreia a programação de humor do espaço, com cobertura ao vivo do ‘RJ TV 2ª edição’.

Dia 27: às 18h, é a vez da Banda JPG se apresentar no Quiosque Globo Rio. Composta por João Ramalho (voz lead – violão), Phil Braga (violão e voz), Gema (cajon), integrantes do grupo cujas iniciais dão nome à banda, ela vem se destacando no cenário carioca com versões acústicas inéditas e dançantes de grandes hits nacionais e internacionais, usando apenas dois violões e um instrumento percussivo chamado cajón.

Dia 28: às 10h, um contador de histórias vai encantar a manhã das crianças. Às 18h, o Batuk D` Gueto vai promover uma roda de samba em plena orla. Eles são os atuais vencedores do Favela Festival, um festival de música promovido pela CUFA, que contou com a participação de mais de 2,5 mil bandas.

Dia 29: na manhã de domingo, às 10h, acontecerá a apresentação de um teatro de bonecos.

Dia 30: às 10h, uma Oficina de Arte para todas as idades vai movimentar a manhã do Quiosque Globo Rio. Às 18h, um artista convidado (a ser confirmado) vai divertir a noite no Quiosque Globo Rio, com muito humor.

Dia 1º de maio: às 18h, show acústico do Rio Samba N`Roll, a banda que mistura samba com rock n`roll. Dessa mistura inusitada, surge no repertório som de Rita Lee com pandeiro, Beatles e Led Zeppelin em roda de samba, entre outros.

Fonte G1 (Foto: Divulgação / Globo Rio)

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Projeto Rio Cidade Sustentável dá início à frente de Agricultura Urbana em comunidades pacificadas da Zona Sul carioca

O projeto Rio Cidade Sustentável deu início as atividades da frente de Agricultura Urbana Orgânica nas comunidades do Chapéu Mangueira e da Babilônia, na Zona Sul carioca. O objetivo é capacitar os moradores na construção e manutenção de hortas em produção contínua em quintais e lajes da comunidade, tanto para uso familiar quanto como uma nova fonte de renda, através da comercialização de excedentes. Além do curso, a frente de Agricultura Urbana promoverá oficinas de alimentação saudável, visando evitar desperdícios e abrindo possibilidade para uma melhor qualidade de vida.

Os inscritos irão receber 180 horas de aula durante 5 meses. A frente de Agricultura Urbana Orgânica é uma iniciativa conjunta do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), com o ISER, a Fundação Parques e Jardins e o SEBRAE. A Souza Cruz é a empresa patrocinadora.

“É muito gratificante fazer parte deste projeto e, ainda, patrocinar uma Frente que está diretamente ligada à estratégia de sustentabilidade da Souza Cruz. Desenvolver iniciativas responsáveis em toda a nossa cadeia produtiva e investir nas comunidades inseridas nos locais onde atuamos, seja no campo ou na cidade”, ressalta o gerente de Assuntos Corporativos da Souza Cruz, Daniel Preto. Há alguns anos a empresa desenvolve programas com foco em sustentabilidade, como o Milho e Feijão Após a Colheita de Tabaco, Propriedade Sustentável e Reflorestar.

Rio Cidade Sustentável

Além da Frente de Agricultura Urbana Orgânica, outras seis iniciativas integram o Rio Cidade Sustentável, que reúne um grupo diversificado de empresas em um projeto de infraestrutura urbana e transformação social com foco em sustentabilidade. São elas: Melhoria Habitacional Sustentável, Infraestrutura Urbana Verde, Turismo Comunitário, Sustentabilidade nas Escolas e nos Lares, Gestão Comunitária de Resíduos Sólidos e Desenvolvimento de Empreendedores Locais.

As ações do Rio Cidade Sustentável foram definidas em conjunto com os moradores das duas comunidades, considerando as prioridades que eles apontaram, em levantamento feito pelo projeto. Ao todo, foram ouvidos os chefes de família de 40% das cerca de 1.200 casas da Babilônia e do Chapéu Mangueira. A linha de trabalho tem o foco na busca da independência das comunidades, com soluções que gerem o censo de propriedade, o desenvolvimento socioeconômico local e inserção das comunidades no contexto urbano.

As empresas responsáveis pelas iniciativas do projeto são: Itaú e Bradesco; Phillips, Michelin, Votorantim e Dow; Souza Cruz, Goodyear, Vale, Even, Furnas/Eletrobras e Coca-Cola com apoio do Sebrae e da Caixa Econômica Federal.

Fonte: Instituto Carbono Brasil

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Quadricíclos ajudam a reduzir crimes na orla de Copacabana

O novo quadriciclo e o calçadão avariado Foto: Cristina Reis

A Polícia Militar do Rio de Janeiro passou a usar quadricíclos em Copacabana, zona sul da cidade, para ajudar no patrulhamento da região. As “mini-viaturas” começaram a circular em fevereiro e já reduziram o número de crimes no bairro.

Em janeiro, o número de assaltos a pedestres cresceu 42% em relação ao mesmo período do ano passado. Com a ajuda da novidade, os policiais conseguiram prender dez suspeitos em pouco mais de 15 dias.

Seis agentes se revezam de 12 em 12 horas e fazem o policiamento do posto um ao seis, o que equivale a 4 km. De acordo com o tentente Nascimento, da PM, os quadricíclos têm grandes qualidades.

– Eles andam muito rápido na areia e conseguem uma resposta rápida. Além disso, a luminosidade inibe o delito.

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Ruas do Rio vão ganhar novas lixeiras feitas com bagaço de cana

A prefeitura do Rio de Janeiro comprou 500 mil lixeiras feitas de bagaço da cana para instalar nas ruas da cidade. Os primeiros bairros a receberem os novos coletores de lixo são Copacabana, na zona sul, e Realengo, na zona oeste.

Segundo Carlos Alberto Osório, secretário municipal de Conservação, as novas lixeiras facilitarão o trabalho dos garis.

— Vão melhorar a ambiência urbana, acabando com os vários sacos de lixo que ficam nas ruas, e também podem facilitar a vida do gari, que vai ter muito mais praticidade e facilidade para fazer seu trabalho.

Os coletores serão fornecidos aos condomínios e proprietários de imóveis, que assinarão um termo de responsabilidade para sua guarda.

Segundo Osório, os próximos locais beneficiados serão bairros com grande concentração de pessoas e fluxo intenso de motoristas.

Fonte: R7

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AÇÃO CIVIL PÚBLICA AJUIZADA CONTRA ORLA RIO E MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO

Foto: Cristina Reis

Os quiosqueiros, que foram expulsos dos quiosques da orla marítima em função de não aceitarem os contratos abusivos impostos pela Orla Rio, foram solicitar ao deputado federal Chico Alencar, que fizesse denúncia ao Ministério Público sobre as diversas irregularidade da concessionária Orla Rio e da Prefeitura na administração dos quiosques da orla marítima de nossa cidade.

O Inquérito Civil para apurar o descumprimento reiterado pela concessionária das obrigações decorrentes do Termo de Concessão de Uso 417/99 foi instaurado em 10/11/2010. Neste mês de abril foi proposta a Ação Civil Pública que pede a invalidação do Termo Aditivo nº 61/2010 em que o prefeito Eduardo Paes amplia o objeto da concessão para explorar serviços bancários e instalar 40 terminais de atendimento e serviços de conveniência, prorroga a concessão de uso por mais quatro anos e nove meses e inclui 27 postos de salvamento existentes e localizados na orla marítima.

Nesta ação o promotor deixa claro a transgressão de decisão judicial da 14ª Câmara Cível, em 06/11/2008 e com trânsito em julgado em 28/12/2011, que proíbe propaganda na orla marítima e nos quiosques:

 “Por fim, registre-se que a Lei Orgânica, ao contemplar a regra de que não há direito a propaganda, impõe a interpretação restritiva do § 8º do art. 463, pois o interesse público na preservação do meio ambiente prepondera sobre os interesses particulares do apelante”.

Outra passagem em que evidencia-se o benefício que o prefeito concede a Orla Rio em detrimento do interesse público: “…o Termo Aditivo nº 61/2010 omite-se em fixar prazo para o cumprimento da principal obrigação da concessionária, vale dizer, a instalação dos 309 novos conjuntos de quiosques e sanitários, em substituição dos antigos.

…Ora, é inadmissível previsão contratual tão vaga e imprecisa num contrato administrativo. É igualmente inadmissível que o Município conceda o uso e exploração de bens públicos mediante contraprestação ilíquida como a que consta no Termo Aditivo nº 61/2010.

., parecendo ao Ministério Público que há prova cabal, e não mera verosimilhança, da ilegalidade e lesividade do Termo Aditivo nº 61/2010, que, além de não prever qualquer prazo para implantação dos novos quiosques, amplia indevidamente o objeto licitado e contratado, em afronta as decisões judiciais já definitivas, amplia o prazo de concessão de uso e permite à concessionária a exploração de serviços bancários sem qualquer contrapartida ao Município. Tudo conforme os elementos fartamente recolhidos nos autos do Inquérito Civil nº 2010.0070112.

.Some-se a isso o fato notório de que o Rio de Janeiro em breve sediará grandes eventos esportivos (Copa do Mundo em 2014 e olimpíadas, em 2016), o que impõe a modernização dos quiosques, medida perseguida desde o longínquo ano de 1999.”

.. imediato inicio das obras de todos os quiosques da orla…”

Nossa interpretação é que devemos pedir a anulação ou caducidade do contrato de concessão e não insistir na possibilidade da Orla Rio construir os quiosques, pois ela já demonstrou que não irá fazê-lo, mesmo depois de ter modificado o projeto original, conforme observamos, mas também em razão de decisão da Justiça Federal na Ação Popular nº 2000.51.01.013719-0, que anula o contrato de concessão, só permitindo a construção dos novos quiosques no trecho de Leme – Copacabana.

O Eduardo Paes mantém esta concessão devido ao apoio que esta empresa costuma dar as campanhas eleitorais de diversos vereadores e secretários municipais que desejem se candidatar, fazendo um grande lobby no legislativo, executivo e judiciário. Logo que o prefeito foi eleito conseguimos um audiência através do Movimento Unido dos Camelôs e entregamos uma carta com as denúncias das irregularidades, inadimplências, descumprimento do cronograma de obras, decisão da Justiça Federal e modificação do projeto original, mas o prefeito reafirmou que manteria esta parceria, está tudo registrado no nosso blog: Leilão das Praias

Fonte: Blog Leilão das Praias

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Definidos locais do Fifa Fan Fest no Brasil

A Fifa e o Comitê Organizador Local (COL) da Copa de 2014 definiram os 12 locais que receberão edições do Fifa Fan Fest em todo o País. São locações simbólicas nas cidades-sede, onde serão realizados eventos públicos para a transmissão dos jogos, reunindo milhares de torcedores.

Em São Paulo, o Fifa Fan Fest acontecerá no Vale do Anhangabaú, enquanto no Rio de Janeiro, será na Praia de Copacabana. A Praça da Estação será o palco do evento em Belo Horizonte; já em Brasília, o local escolhido foi a Esplanada dos Ministérios.

As outras locações do Fifa Fan Fest são as seguintes: Parque das Exposições (Cuiabá); Parque Barigui (Curitiba); Praia de Iracema (Fortaleza); Memorial Encontro das Águas (Manaus); Praia do Forte (Natal); Largo Glênio Peres (Porto Alegre); Marco Zero (Recife), e Jardim de Alah (Salvador).

Para Thierry Weil, diretor de marketing da Fifa, o Fifa Fan Fest proporciona à Fifa e ao COL uma plataforma para fortalecer a experiência dos torcedores na Copa do Mundo. “Nós estamos muito satisfeitos com o entusiasmo mostrado pelas sedes até agora e estamos ansiosos para realizar, juntos, esse evento espetacular em 2014”, diz.

Já o ex-jogador Ronaldo, membro do Conselho de Administração do COL, acredita que o Fifa Fan Fest representa a parte mais emocionante do futebol e da Copa do Mundo da Fifa, com milhares de torcedores reunidos para assistir a uma partida e comemorar juntos. “Como brasileiros, nós sempre tivemos o hábito de torcer por nossa seleção em grandes festivais populares, em todo o país. Por isso, tenho certeza que será o melhor Fifa Fan Fest de todos os tempos”.

O Fifa Fan Fest foi criado após o sucesso dos eventos públicos de transmissão não oficiais realizados na Coreia, em 2002, e entrou para o calendário oficial da Copa do Mundo na Alemanha, em 2006. Mas seu conceito foi desenvolvido posteriormente, já na Copa do Mundo de 2010, quando, além das sedes sul-africanas, seis locações internacionais sediaram o evento, que reuniu mais de seis milhões de fãs do futebol durante os 31 dias do campeonato mundial.

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