Arquivo da categoria: Crianças e adolescentes

Rio 2016: Surf nas Olimpíadas

A edição da revista Alma Surf que chega às bancas no mês de abril traz uma proposta diferente de apenas relatar o que acontece mar adentro. O principal objetivo desta edição é promover um movimento mundial para incluir o surf na grade de dos Jogos Olímpicos de 2016, que acontece no Rio de Janeiro.

O documento “Rio 2016: Surf nas Olimpíadas” é um dossiê sobre o esporte que mostra porque esse é o momento ideal para mostrar que o surf deve ser reconhecido e estar presente no evento. “O Brasil tem sido palco das grandes mudanças do segmento e também fora dele, seja no mercado, em estereótipos, modelos de negócios, varejo ou tendências”, conta Romeu Andreatta, publisher da revista. Segundo ele o esporte possui mais de 20 milhões de praticantes no mundo e movimenta R$ 8 bilhões de consumo no Brasil e US$ 20 bilhões no mundo.

O movimento começa com o lançamento desta edição da Alma Surf e continua nas redes sociais. A página no Facebook foi criada para informar a respeito do movimento, assim como o Twitter. Entrará no ar também um abaixo-assinado para que as pessoas possam se manifestar sobre o caso.

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Entidades protestam contra recolhimento compulsório de crianças e adolescentes nas ruas do Rio

Entidades de defesa dos direitos das crianças e dos adolescentes fizeram um protesto, na tarde de hoje (25), na sede da seção da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro (OAB/RJ), contra a política de recolhimento compulsório de meninos e meninas de rua, implantada pela Secretaria Municipal de Assistência Social desde o fim de maio.

De acordo com a psicóloga do Conselho Regional de Psicologia do Rio (CRP-RJ), Ana Carla Silva, a abordagem e o tratamento dados às crianças e aos adolescentes que vivem em situação de risco desrespeitam a Constituição e os direitos humanos. “A gente não concorda com a maneira bruta com que vêm sendo feitos esses recolhimentos, com a presença de policiais e guardas municipais, levando essas crianças para abrigos onde ficam fechadas, sem acesso aos familiares.”

Para ela, é possível fazer esse trabalho de forma mais humana. Como alternativa aos métodos adotados até agora, Ana Carla citou os consultórios de ruas e centros de atenção psicossociais. “Políticas a favor dessas crianças e de suas famílias e não contra”, disse a conselheira do CRP-RJ). Ela também criticou a falta política pública para atender crianças dependentes de drogas. Hoje, assinalou, elas só contam o serviço da Secretaria de Assistência Social.

O Ministério Público do Estado do Rio (MP/RJ) informou que recebeu denúncias sobre a abordagem feita às crianças e adolescentes nas ruas da cidade. Na semana passada, o procurador-geral de Justiça, Cláudio Lopes, teve audiência com o prefeito Eduardo Paes e cobrou o fim das irregularidades constatadas em inspeções em abrigos e na Casa Viva.

Paes se comprometeu a assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) nesta semana, mas a assessoria de comunicação do prefeito informou que ele estará fora da cidade nesta semana. Por isso, o termo deverá ser assinado apenas no início de agosto.

O termo determina que a prefeitura desenvolva as ações de recolhimento de meninos e meninas de rua em parceria com o Programa Saúde da Família. Além disso, o município precisará cadastrar os usuários da rede socioassistencial, educacional e de qualificação profissional. O TAC estabelece ainda que as crianças e adolescentes e suas famílias sejam incluídos em programas de transferência de renda. A prefeitura também deverá criar um programa de moradia, capacitar a Guarda Municipal, garantir a presença de assistentes sociais em operações de abordagem e acolhimento e dispor de equipamentos adequados para desenvolver o trabalho.

A Agência Brasil tentou entrar em contato com o secretário Rodrigo Betlem, mas até o fechamento da matéria a Secretaria Municipal de Assistência Social não respondeu ao pedido.

Fonte: Agência Brasil – 25/07/2011

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ONG Rio da Paz faz homenagem ao menino Juan

 A ONG Rio de Paz colocou faixas na areia da Praia de Copacabana, na altura da Avenida Princesa Isabel, com uma foto e mensagens de apoio à família do menino Juan de Moraes, de 11 anos, morto supostamente durante confronto entre policiais militares do 20º BPM (Mesquita) e traficantes na comunidade Danon, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A homenagem vai ficar na praia até 14h.

O corpo de Juan, encontrado na semana passada no Rio Botas, em Belford Roxo, também na Baixada Fluminense, foi sepultado na noite desta quinta-feira.

– Fixamos essa faixa dando adeus ao Juan e também pedindo perdão a ele. A cidade precisa pedir perdão pelo que permitiu que se fizesse com ele. Permitiu porque temos lidado com indiferença com esses crimes que ocorrem nas comunidades pobres do Rio, deixando de dar voz a quem não tem voz – avalia Antônio Carlos Costa, presidente da ONG Rio de Paz. – Ao mesmo tempo, o Rio deve pedir perdão porque tem falhado na implementação de políticas públicas bem como no combate de dois problemas graves: o desaparecimento ou ocultação de cadáver de pessoas que foram executadas, e as balas perdidas durante operações policiais.

Costa informou que a ONG está convocando a população a mandar fotos de cartazes com a frase “Quem matou Juan?”. As imagens serão reunidas numa galeria no site Flickr. O endereço de email para envio das fotos é ong.riodepaz@gmail.com.

– A ideia é dar espaço às pessoas que gostariam de se manifestar, mas nem sempre podem participar de um ato na rua – explica Costa.

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Programa gratuito de qualificação prepara jovens para o mercado de trabalho

O Senac Rio vai capacitar 240 jovens de 16 a 21 anos de idade que buscam uma preparação para a primeira experiência profissional. As vagas estão disponíveis pelo Portal do Futuro, programa gratuito voltado para moradores de comunidades de baixa renda e pessoas em risco social. As inscrições podem ser feitas até 29 de julho diretamente nas unidades que receberão o programa (Irajá, Riachuelo, Madureira e Copacabana).

O Portal do Futuro existe desde 2000 e já desenvolveu mais de 6.000 pessoas. Ao todo, os alunos têm 380h de aulas distribuídas em oficinas que compõem três projetos (ser pessoa, ser cidadão e ser profissional). Após esta etapa, o jovem passa por cursos de capacitação profissional em uma área de interesse (estoque e armazenagem, gastronomia, telemarketing ou rotinas de escritório). Finalizando o programa, passam por 30 horas de vivência profissional em empresas parceiras, como Natura, Contax, Sheraton Rio, Leader, Wollner e BV Filmes, entre outras.

Para participar, é necessário ter renda familiar de até dois salários mínimos e cursar pelo menos o 7º período do ensino fundamental. Na inscrição, o candidato deve apresentar originais e cópias dos seguintes documentos: RG, CPF, comprovantes de escolaridade e de residência. Após essa etapa, há um processo de seleção. As aulas começam no dia 8 de agosto.

Mais informações no portal do Senac Rio (www.rj.senac.br) ou pelo 4002-2002.

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Brasil x Japão em amistoso solidário no futebol de areia, em Copacabana

 No próximo dia 30 acontece, na Praia de Copacabana, o jogo solidário Brasil x Japão de futebol de areia. Todo valor arrecadado com o evento será doado à ONG Save the Children, que ajuda as vítimas do terremoto e tsunami que devastaram o leste do Japão, – em particular, as crianças das áreas afetadas. Nomes como Zico, Cafu, Ronaldão, Paulo Rink e Alcindo estarão presentes no evento. – O brasileiro é um povo apaixonado pelo futebol. Queremos usar esta paixão para ajudar o Japão a superar esse momento e se recuperar do terremoto, mantendo a esperança e fé na força do seu povo – afirma Carlos Paschoal, gerente geral de Marketing da Sony, empresa que está organizando o evento.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2011/07/12/brasil-japao-em-amistoso-solidario-no-futebol-de-areia-em-copacabana-924886527.asp#ixzz1S22wc3vf © 1996 – 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

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Exposição com bonecos Playmobil homenageia a Cidade Maravilhosa

Quem nunca brincou com os famosos bonequinhos Playmobil que atire a primeira pedra. Os apaixonados pelo apetrecho infantil que fez e ainda faz a alegria da criançada de ontem e de hoje se reúnem para uma exposição que homenageará a cidade do Rio.

A exposição “Playmobil – O Rio no Verão é Forte” nasceu para tentar traduzir o estado de ânimo da Cidade Maravilhosa e os seus organizadores foram buscar inspiração nos versos de Gilberto Gil, o poeta que melhor cantou as belezas da cidade e garantiu em verso que o “Rio de Janeiro continua lindo”.

Os bonequinhos serão postos em cenários e obras de arte, apresentando um panorama do Rio de Janeiro que todos queremos – uma cidade acolhedora, amistosa e pacífica, baseada no trinômio que a tornou mundialmente conhecida: praia, samba e futebol.

A exposição estará abrigada no Forte de Copacabana, em 220 metros quadrados, com os bonecos de plástico, que foram criados na Alemanha, em 1974 apresentados em cenas do cotidiano carioca: um domingão de sol na praia, o futebol com os amigos, o desfile num bloco de carnaval pelas ruas.

Todo o acervo foi reunido por fãs e colecionadores que se conheceram pela internet, através do Fórum PlayBrasilmobil. Peças fabricadas há mais de três décadas estarão ao lado dos lançamentos mais recentes na Europa, numa exibição que começa em 12 de fevereiro e vai até 13 de março. O evento é gratuito para crianças até 10 anos de idade. Adultos pagam R$ 15 e a meia entrada é R$ 7 (os valores já incluem a entrada no Forte).

 

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Consumo de drogas aumenta número de jovens em abrigos do Rio, diz MP

Em sua quinta edição, o relatório referente ao primeiro semestre deste ano aponta que de um total de 2,6 mil jovens abrigados em instituições públicas, 224 (8,6%) foram acolhidos por estarem em situação de rua. No censo anterior, do segundo semestre de 2009, eram 204 jovens nessa situação, 7,3% do total. No primeiro levantamento, feito no primeiro semestre de 2008, eram 221 menores, que correspondiam a 5,9% do total.

O aumento é atribuído pela promotora pública Gabriela Brandt ao uso crescente de drogas pelas ruas, principalmente crack. “Uma das grandes causas disso são as drogas. O crack tem sido uma preocupação constante do Ministério Público, mas o município precisa chamar para si a responsabilidade, porque é uma situação não só de abandono familiar, mas também de saúde pública. Isso precisa ser urgentemente trabalhado, se não daqui a pouco vai ser o primeiro motivo dos acolhimentos”, disse a promotora.

O censo também mostrou que 889 crianças e adolescentes abrigados no estado – 34% do total – nunca receberam qualquer visita de parentes. Desse percentual, 27% são crianças até 6 anos, que crescem sem vínculos familiares em uma das 240 unidades de acolhimento fluminenses.

Segundo Gabriela, isso impõe urgência aos processos de adoção. “Temos que acelerar os processos de adoção, porque são crianças que estão em uma fase da vida em que a referência familiar é fundamental. Estudos psicológicos provam que é preciso, na primeira infância, ter um vínculo familiar. E se não tem visita, a gente precisa correr, porque um ano na vida de uma criança de dois anos corresponde à metade da vida dela. É muito”, afirmou a promotora.

No primeiro censo, eram 3.732 crianças e adolescentes, 30% a mais do que o registrado hoje. Com o passar do tempo, fica mais difícil a adoção, pois as famílias preferem crianças de menor idade. Nos abrigos do Rio, 29% dos jovens têm até 6 anos de idade. A maior parte porém, com 52%, tem de 10 a 18 anos. Segundo o levantamento do MP, 9% dos jovens moram há mais de cinco anos nos abrigos, sendo que 2,2% moram há mais de dez anos.

Os dados completos do censo podem ser acessados na página www.mp.rj.gov.br, no link Módulo Criança e Adolescente.

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