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Definidos locais do Fifa Fan Fest no Brasil

A Fifa e o Comitê Organizador Local (COL) da Copa de 2014 definiram os 12 locais que receberão edições do Fifa Fan Fest em todo o País. São locações simbólicas nas cidades-sede, onde serão realizados eventos públicos para a transmissão dos jogos, reunindo milhares de torcedores.

Em São Paulo, o Fifa Fan Fest acontecerá no Vale do Anhangabaú, enquanto no Rio de Janeiro, será na Praia de Copacabana. A Praça da Estação será o palco do evento em Belo Horizonte; já em Brasília, o local escolhido foi a Esplanada dos Ministérios.

As outras locações do Fifa Fan Fest são as seguintes: Parque das Exposições (Cuiabá); Parque Barigui (Curitiba); Praia de Iracema (Fortaleza); Memorial Encontro das Águas (Manaus); Praia do Forte (Natal); Largo Glênio Peres (Porto Alegre); Marco Zero (Recife), e Jardim de Alah (Salvador).

Para Thierry Weil, diretor de marketing da Fifa, o Fifa Fan Fest proporciona à Fifa e ao COL uma plataforma para fortalecer a experiência dos torcedores na Copa do Mundo. “Nós estamos muito satisfeitos com o entusiasmo mostrado pelas sedes até agora e estamos ansiosos para realizar, juntos, esse evento espetacular em 2014”, diz.

Já o ex-jogador Ronaldo, membro do Conselho de Administração do COL, acredita que o Fifa Fan Fest representa a parte mais emocionante do futebol e da Copa do Mundo da Fifa, com milhares de torcedores reunidos para assistir a uma partida e comemorar juntos. “Como brasileiros, nós sempre tivemos o hábito de torcer por nossa seleção em grandes festivais populares, em todo o país. Por isso, tenho certeza que será o melhor Fifa Fan Fest de todos os tempos”.

O Fifa Fan Fest foi criado após o sucesso dos eventos públicos de transmissão não oficiais realizados na Coreia, em 2002, e entrou para o calendário oficial da Copa do Mundo na Alemanha, em 2006. Mas seu conceito foi desenvolvido posteriormente, já na Copa do Mundo de 2010, quando, além das sedes sul-africanas, seis locações internacionais sediaram o evento, que reuniu mais de seis milhões de fãs do futebol durante os 31 dias do campeonato mundial.

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Construção de um estádio no Leme

Estádio no Leme

Será erguido nas areias da praia de Copacabana, uma arena para sediar os jogos do vôlei de praia nas Olimpíadas 2016. Será uma estrutura provisória que atenderá os requisitos da modalidade olímpica e receberá cerca de 12 mil espectadores. O custo previsto é de R$21,56 milhões.

Fonte: Portal da Transparência

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Limpeza na Praia de Copacabana

Evento Beach Soccer

Dias 31 de julho 07 de agosto de 2011 – domingo de 10 às 13 horas

Praia de Copacabana (em frente à praça do Lido)


Patrocinador oficial da Seleção Brasileira de Futebol de Areia, que disputa uma vaga para a Copa do Mundo de Beach Soccer, o Itaú apoiará a ação de limpeza de praia que será realizada na abertura (31/07) e no término (07/08) das eliminatórias sul-americanas na Arena de Futebol de Areia na Praia de Copacabana.

Organizada pelo Instituto Ecológico Aqualung, entidade que há 16 anos atua promovendo a educação e a sustentabilidade, essa ação tem o objetivo de diminuir o impacto ambiental causado pelo evento, realizado em dois dias, minimizando o descarte incorreto do microlixo (guimbas de cigarro, canudinhos, tampinhas de garrafa) nas nossas praias e evitando que esses resíduos provoquem a mortandade de animais marinhos.

Serão distribuídos 4 mil folderes explicativos de papel reciclado, 15 mil sacolas plásticas degradáveis, 2 mil luvas degradáveis e 1 mil cartazes.

 Ponto de encontro dos voluntários:

Posto 2 – altura do número 1.230 da Av. Atlântica

Organização:

Anna Turano e Hildon Carrapito
Coordenadores do Projeto Limpeza Na Praia

E-mail: limpezanapraia@institutoaqualung.com.br
Telfax.: (21) 2225-7387
Cel.: (21) 9522-1051 / 7830-6842  Nextel.: 21 7848-3084. ID 81*36746

Instituto Ecológico Aqualung
Rua do Russel, 300 / 401, Glória, Rio de Janeiro, RJ. 22210-010
Tels: (21) 2558-3428 ou 2558-3429 ou 2556-5030
Fax: (21) 2556-6006 ou 2556-6021
E-mail:  instaqua@uol.com.br
Site: http://www.institutoaqualung.com.br

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Brasil x Japão em amistoso solidário no futebol de areia, em Copacabana

 No próximo dia 30 acontece, na Praia de Copacabana, o jogo solidário Brasil x Japão de futebol de areia. Todo valor arrecadado com o evento será doado à ONG Save the Children, que ajuda as vítimas do terremoto e tsunami que devastaram o leste do Japão, – em particular, as crianças das áreas afetadas. Nomes como Zico, Cafu, Ronaldão, Paulo Rink e Alcindo estarão presentes no evento. – O brasileiro é um povo apaixonado pelo futebol. Queremos usar esta paixão para ajudar o Japão a superar esse momento e se recuperar do terremoto, mantendo a esperança e fé na força do seu povo – afirma Carlos Paschoal, gerente geral de Marketing da Sony, empresa que está organizando o evento.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/esportes/mat/2011/07/12/brasil-japao-em-amistoso-solidario-no-futebol-de-areia-em-copacabana-924886527.asp#ixzz1S22wc3vf © 1996 – 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

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Sem-teto de países ricos participam da Copa do Mundo Social no Rio

Trança no cavanhaque, tatuagens pelos braços, Jaakko Kmmaki poderia bem ser confundido com um viking dos tempos passados. Na verdade, o finlandês, 30 anos, que calça chuteiras e veste a camisa azul de seu país é ex-dependente químico e está em um programa de reabilitação. Há quase dois anos sem usar drogas, Jaakko participa da Copa do Mundo Social, que reúne 56 seleções de sem-teto, catadores de papel, refugiados e ex-dependentes químicos em Copacabana (RJ).

Frequentador de centros de reabilitação em um país com um dos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) mais elevados do mundo, a única coisa que Jaako não imaginava era que seu processo de recuperação o levaria até o Brasil para jogar futebol. “É uma experiência incrível estar aqui. Em meu país, as pessoas gostam de hóquei sobre o gelo”, conta.

De acordo com ele, o futebol de rua passou a ser a sua segunda paixão. A primeira ele ostenta em um anel no dedo anular da mão esquerda. “Tudo melhorou nesses últimos dois anos, passei a jogar, me casei”. Sua recuperação, incluindo a viagem para o Brasil, foi totalmente financiada pelo governo finlandês. Jaako conta que vai querer ajudar dependentes químicos ao retornar. “Durante toda a minha vida, recebi ajuda. Agora eu quero ajudar”, afirmou.

O técnico da seleção alemã, Stephan Huhn, tem a missão de fazer os oito convocados do seu time encontrar outro caminho através do esporte. Os jogadores são provenientes de centros de reabilitação infantil e sem-teto. Ele conta que a seleção foi feita após diversos campeonatos regionais na Alemanha. Segundo ele, cada desempregado no seu país recebe uma ajuda de 350 euros (cerca de R$ 796) por mês e há um acréscimo se a pessoa não tiver moradia. Huhn explica que o valor cai pela metade se o pensionista não estiver procurando emprego.

O chefe da delegação inglesa, Zeki Istambul, conta que seu time é formado por garotos que treinam futebol de rua em um programa coordenado pelo Manchester United após passarem por seletivas em todo o país. Os garotos são provenientes de centros de reablitação para jovens. De acordo com ele, o milionário clube inglês até poderia aproveitar algum dos jogadores em seu time profissional, mas é extremamente difícil. “Os jogadores do United devem ser de primeira ponta, dificilmente alguém em reabilitação, qualquer que seja, conseguiria ingressar”, conta Istambul.

Johannis Wendt, 25 anos, articulador e marcador do melhor estilo Schweinsteiger, afirma que não veio para o Brasil esperando vencer a competição. “Tentamos fazer o nosso melhor, mas tem países com jogadores muito bons, sabemos que é difícil”, conta ele. Johannis, que também recebe ajuda do governo alemão para encontrar emprego, ostenta com orgulho seu nome em dourado na camisa preta. “É um evento social, mas seria bom ganhar”, disse após vitória de 12 a 4 sobre a fraca representação sul-coreana.

Mentor e organizador do evento, Mel Young, 57 anos, afirma que a Copa do Mundo Social representa uma chance de mudança e de aprendizado para os envolvidos. Em sua oitava edição, o evento conta com o patrocínio de diversas marcas e com o apoio de governos de países. No entanto, Young criticou a ação brasileira, que segundo ele, fez pouco para receber o evento. “É muito estranho o país não ter investido. Deve ser reflexo da atitude do país perante seus pobres”, afirmou.

LUÍS BULCÃO PINHEIRO

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Homeless World Cup: Copacabana sedia Mundial de Futebol Social

Entre os dias 19 e 26 de setembro, a Praia de Copacabana será palco para o 8º Campeonato Mundial de Futebol Social, um campeonato que reúne sem tetos de vários países do mundo todo. Durante os oito dias, em torno de mil jovens divididos em 64 seleções mundiais de futebol disputarão o título de campeão.

No futebol social, cada equipe possui oito jogadores e disputa jogos de 14 minutos. Apesar de já ter passado pela Itália, Austrália e Dinamarca entre outros países, essa é a primeira vez que o torneio vem ao Brasil. O evento do Homeless World Cup (como é internacionalmente conhecido)  é deixar um legado social para o país-sede, abrindo portas profissionais para jovens atletas. Mais de 100 mil pessoas já foram beneficiadas e 70% ascenderam socialmente.

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Copacabana é sede do 8º Mundial de Futebol Social

A cidade do Rio de Janeiro será sede do 8º Mundial de Futebol Social, que será realizado na Praia de Copacabana, entre os dias 19 e 26 de setembro. O lançamento do evento ocorreu nesta segunda-feira, na Zona Sul no Rio de Janeiro. Ao todo, serão 64 equipes do mundo. O Brasil terminou na terceira colocação no último campeonato, em 2009, na Itália, e agora vai em busca do primeiro título.

O objetivo do campeonato é resgatar a autoestima e transformar a vida de centenas de jovens em situação de risco social ao redor do mundo. De acordo com dados do evento, cerca de 30% dos participantes do Mundial voltam a estudar ou trabalhar após o torneio; e 92% afirmam que encontraram nova motivação para vida.

Atletas da seleção brasileira masculina e feminina estiveram presentes ao lançamento. O capitão do Flamengo, Léo Moura, também marcou presença. Ele destacou que o sonho de todo o garoto é se tornar um jogador de futebol. “Isso só acontece com muita vontade e muita batalha”.

Além do torneio, a cidade-sede recebe também um legado. O Rio de Janeiro ganhará o Centro de Convivência em Santa Cruz, em construído em terreno doado pela prefeitura. O espaço será voltado para integração social das comunidades do entorno.

Um segundo legado será deixado para cidade de São Paulo. Uma mini-fábrica será construída na sede da revista Ocas para oferecer oportunidadesára população do entorno.

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