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Agenersa assume monitoramento de bueiros no RJ

Desde o dia 13 de fevereiro, o trabalho de vistorias em bueiros na cidade do Rio de Janeiro está sendo realizado agora pela Agência Reguladora de Energia e Saneamento Básico do Estado (Agenersa), em parceria com as concessionárias Light e CEG.

Segundo a Prefeitura do Rio, será mantido o uso dos mesmos tipos de equipamentos e da metodologia das vistorias, assim como a quantidade de inspeções diárias, em média 400. O protocolo de emergência, com a comunicação imediata ao Centro de Operações da prefeitura, também continua a ser seguido caso sejam identificados outros bueiros com risco de explosão.

Desde o início do trabalho emergencial de monitoramento, em agosto de 2011, foram realizadas 40.320 vistorias. Até o momento foram encontrados 314 bueiros com alto risco de explosão.

Ao todo, 28 bairros foram vistoriados nas zonas norte, sul e no centro. Entre os locais que mais apresentaram bueiros com risco de explosão estão centro (155), Tijuca (49) e Copacabana (41).

O monitoramento independente de risco em bueiros teve duração de seis meses e foi uma iniciativa do acordo de cooperação firmado entre a Prefeitura do Rio, Governo do Estado, Ministério Público e Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA-RJ). A medida foi tomada após uma série de explosões em bueiros na cidade.

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Passeios em balão da Operação Lei Seca

Com o início das festas de carnaval, o Governo do Estado do Rio de Janeiro já faz uma mobilização maior pela conscientização no trânsito. O famoso balão de ar quente da Operação Lei Seca volta à Praia de Copacabana a partir desta sexta-feira. Cada viagem poderá levar até três pessoas e é tudo gratuito. O serviço acontece entre 18h e 0h. Após o passeio, os participantes ganharão uma camiseta especial da Operação Sei Seca de Carnaval.

“O balão é o grande símbolo da Operação Lei Seca e este balão de ar quente vai fazer com que as pessoas se sintam parte dela. Além dos cariocas, os turistas terão a possibilidade de conhecer a ação que tem como objetivo tornar o trânsito mais seguro”, afirma o coordenador da Operação, major Marco Andrade.

Foto: Divulgação

Outras ações

Além dos balões de ar quente, há oito boias-blimps iluminadas na Lagoa Rodrigo de Freitas, que ficarão flutuando em diversos pontos do local até o próximo dia 23. Outros 16 blimps serão amarrados aos postes da orla de Copacabana, Ipanema e Leblon a partir desta sexta-feira (17/02).

A ação de conscientização também será promovida no Sambódromo. Dentro da Praça de Alimentação, haverá um quiosque onde agentes da Operação Lei Seca e cadeirantes informarão aos foliões sobre os perigos da combinação de álcool e direção.

Nos blocos, a ação é representada por homens-balão  distribuindo ventarolas e adesivos com a marca do projeto. Bolas infláveis serão jogadas para os foliões de dentro de cada bloco.

A fiscalização no trânsito também será reforçada entre os dias 17 e 26 de fevereiro. No total, serão realizadas 76 blitzes.

“As pessoas podem beber, podem se divertir e comemorar, mas precisam se preocupar com a forma com que vão voltar para casa.Não podem dirigir depois de ingerir álcool. Os nossos agentes vão passar essa mensagem”, alerta o major Marco Andrade.

  1. Fonte: SRZD

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Postos de Salvamentos de Copacabana serão reinaugurados

Serão reinaugurados, no próximo sábado (18), os postos 9, em Ipanema, e 5 em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro. Eles passaram por obras de modernização e reestruturação durante cinco meses em um investimento de R$ 1.060.000. As grades de ferro foram substituídas por painéis de vidro e alumínio. Foram construídos mais dois sanitários femininos e um masculino, três mictórios, boxes para banhos, duchas abertas com visibilidade para a praia, instalação de material antiderrapante nos banheiros e fraldário com ducha higiênica.

De acordo com o vice-presidente da Orla Rio, João Marcello, o objetivo é oferecer mais rapidez no serviço à população.

– Aumentamos a área de infraestrutura do posto para podermos atender mais usuários ao mesmo tempo, diminuindo o tempo de espera.

Novos armários foram instalados para guardar volumes e equipamentos de esporte e de praia. Os acessos estão mais amplos para facilitar a circulação de portadores de necessidades especiais.

A preocupação com a sustentabilidade também foi pensada durante a reforma, que incluiu a instalação de placas solares para gerar energia para iluminação interna, dutos que permitem o reaproveitamento da água do banho para uso nos vasos sanitários e os decks.

Outra ação importante em prol do meio ambiente foi a instalação de madeiras plásticas obtida da reciclagem de garrafas pet nos decks, assim como já acontece nos novos quiosques da orla de Copacabana. Ao todo, o investimento para a reforma dos 27 postos de salvamento será de R$ 6 milhões.

Fonte: R7

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Município do Rio terá que recadastrar taxistas

A juíza Simone Lopes da Costa, da 10ª Vara da Fazenda Pública da Capital, determinou que o Município do Rio faça o recadastramento nominal de todos os permissionários de táxis e seus respectivos auxiliares, no prazo de 120 dias. A decisão, dada no dia 1º de fevereiro em caráter liminar, atendeu pedido feito pela Associação dos Taxistas do Brasil – Abrataxi.  A entidade é autora de uma ação civil pública que questiona supostas irregularidades existentes no sistema de táxis, como a falta de regulação e fiscalização da atividade.

Ainda de acordo com a decisão, o Município do Rio fica proibido de fazer novas inclusões de motoristas auxiliares, e/ou deferir/outorgar transferências de todas as permissões delegadas oriundas do Decreto ‘E’3858/70, pela Lei 3.123/2000 e pelo Decreto 7.652/88, até final julgamento do processo, sob pena de multa de mil reais para cada transferência de permissão sem o devido processo licitatório.

Segundo a juíza Simone Lopes, a Prefeitura se manifestou nos autos, porém “não apresentou documento que comprovasse a existência de cadastro nominal dos permissionários e auxiliares em atividade, não havendo ainda discriminação quanto ao ingresso de novos motoristas auxiliares”.

Além dessas determinações, também terão que ser recadastrados nominalmente todos os auxiliares das empresas denominadas de “locação”, que estejam em efetiva atividade, devidamente regularizados na Secretaria Municipal de Transportes, quanto a suas características física e operacional, que possuem os prefixos iniciais de números 11.000, 12.000 e 16.000.  A relação deverá ser entregue ao Juízo no prazo de 120 dias, a contar da intimação.

Processo nº: 0365266-67.2011.8.19.0001 –   Fonte: Poder Judiciário do Rio de Janeiro

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RJ E FOZ DO IGUAÇU LANÇAM SELO “MARAVILHAS DO BRASIL”

Embratur lança, em conjunto com osconventions bureaus de Foz do Iguaçu (PR) e do Rio de Janeiro (RJ), o selo“Maravilhas do Brasil”, que vai integrar os atrativos turísticos das duas cidades.

A ideia é aproveitar a escolha do Cristo Redentor como uma das Novas Sete Maravilhas da Humanidade e a eleição, ano passado, das Cataratas do Iguaçu como uma das Novas Sete Maravilhas da Natureza.

 

A assinatura do protocolo será feita na próxima quinta-feira (12/01), no Hotel Sofitel, em Copacabana (RJ), com a participação do presidente da Embratur, Flávio Dino; o presidente do Iguaçu Convention & Visitors Bureau, Mauro Sebastiany; do diretor Administrativo/ICVB, Enio Eidt e o superintendente geral do Rio Convention & Visitors Bureau, Paulo Senise.

A iniciativa tem apoio do Governo e vai auxiliar a divulgação turística em conjunto e a comercialização dos roteiros turísticos das duas cidades. A estratégia uniu dois dos mais famosos destinos brasileiros: o Rio é a segunda cidade mais visitada pelos estrangeiros e Foz do Iguaçu é a terceira. Levando em conta o turismo a lazer (excluindo turismo a negócio), as duas passam a ser primeira e a segunda colocadas, respectivamente.

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MIOLO ESTÁ NA PRAIA DE COPACABANA

Miolo Wine Group leva para as praias do Rio de Janeiro carrocinhas de espumante para divulgar a marca entre turistas e frequentadores e aumentar as vendas durante o verão.

A empresa  fechou uma parceria com a Orla Rio para comercializar as linhas Cuvée Tradition, Terranova e Almadén em carrinhos personalizados junto a quatro quiosques nas praias de Ipanema, Copacabana, Barra e Reserva.

Ação realizada na Praia de Ipanema (Foto: Mauren Oliveira).

Para promover o consumo, a companhia disponibilizará os espumantes a partir de R$ 13,00 e quem optar pelo Cuvée Tradition ganhará de brinde uma ice bag, para manter a bebida gelada durante o consumo nas areias.

A iniciativa também será realizada em Jurerê Internacional, em Florianópolis, e nas praias do litoral norte do Rio Grande do Sul, como em 2010. Na época, em duas semanas de ação, a marca vendeu duas mil garrafas na capital de Santa Catarina. Os espumantes serão comercializados por promotores treinados até o dia 25/02.

A Praia de Copacabana recebe as promotoras da Miolo (Foto: Thatiane Braga).

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As três notáveis faces da cidade

Eclético, art déco e moderno: estilos que dão forma ao Rio

Qual a cara do seu Rio? Moderna? Chique? Imponente? Se o tema é arquitetura, ele é tudo isso e muito mais. Pelas ruas da cidade, é possível ver exemplos de toda a diversidade de estilos arquitetônicos. Dos pilotis que sustentam prédios considerados ícones aos arcos que dão forma a janelas e portais. Das fachadas que abusam da simetria àquelas que recorrem ao vidro para refletir as belezas naturais. E você sabe reconhecer esses elementos e admirar neles a marca do tempo? Arriscaria qual estilo é o mais presente no Rio? Faça sua aposta: de fato, há três que se destacam por aqui – o ecletismo, o art déco e o modernismo, nessa ordem.

O art déco, aliás, é tema de um congresso mundial que começa hoje e vai até o próximo domingo na cidade. Os participantes estrangeiros do evento certamente vão voltar para casa com a impressão de que o Rio é art déco. Afinal, sua intensa programação prevê passeios pelo que de melhor o estilo oferece na cidade: os prédios da Praça do Lido, o Cristo Redentor, alguns prédios da Praia do Flamengo, como o Itaim. Mas o estilo que surgiu na Europa pós Primeira Guerra e por aqui se fortaleceu nas décadas de 30 e 40 é o segundo com mais prédios na cidade.

Quem lembrou de Oscar Niemeyer e de produções ícones como o Aterro, o MAM, a Casa das Canoas ou o Palácio Gustavo Capanema e apostou no modernismo como o estilo mais carioca, também passou raspando. Este é o terceiro com mais prédios na cidade.

Mas o primeiro lugar é do ecletismo. E de sua mistura de elementos de estilos anteriores, que faz com que a gente se depare com prédios tão diferentes como os castelinhos e casarões de Santa Teresa, os palácios Guanabara e Laranjeiras, ou o Edifício Seabra, que tem em seus 12 andares elementos típicos de palacetes medievais misturados às venezianas Copacabana. E a cidade ainda tem exemplos do neoclássico, do art-nouveau e até mesmo do bávaro.

– O Rio teve muitas transformações desde a época colonial, de quando já se perdeu quase tudo – ressalta Carlos Fernando Andrade, superintendente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional no Rio. – A Missão Francesa trouxe grande influência do neoclássico, com suas sucessões de arcos e uma platibanda que, além de esconder telhados, apresenta elementos como colunas e estátuas. Isso influenciou muito a arquitetura urbana do Rio no fim do século XIX, quando começou a aparecer o ecletismo.

Chamado na época de historicismo, o ecletismo mistura elementos dos estilos anteriores, mas é marcado, quase sempre, pela inspiração em prédios e palacetes europeus. Isso fez com que o Rio ganhasse características mouriscas, astecas e renascentistas.

– O ecletismo não traz grandes alterações de plantas ou volumetria. Sua marca é o decorativismo das fachadas – reforça Andrade, para quem as feiras internacionais de 1908 e 1922 foram importantes para o desenvolvimento do estilo, já que levaram à construção de prédios como a sede da Academia Brasileira de Letras. – Quase um templo grego.

O Centro é um dos bairros onde o estilo mais aparece. A Rio Branco é uma verdadeira festa do estilo, com exemplos como o Teatro Municipal, o Museu Nacional de Belas Artes, a Biblioteca Nacional.

Para a arquiteta Cêça Guimaraens, vice-presidente de Cultura do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), uma das grandes contribuições do estilo foi adiantar tendências que surgiriam com o modernismo. Como a vertente neocolonial, que aparece na década de 1920 e traz um certo nacionalismo para a arquitetura que se tornaria mais importante apenas com o modernismo:

– O modernismo vai assumir identidades locais. Mas por aqui isso já vinha acontecendo desde o surgimento do neocolonial. O Rio é uma cidade moderna.

O Globo, Karine Tavares

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Morar Carioca do Leme tem cor: verde

Depois da polícia pacificadora, os moradores dos morros da Babilônia e Chapéu Mangueira, na Zona Sul do Rio, vão virar símbolos de sustentabilidade. As comunidades serão as primeiras a ter o Morar Carioca Verde, vai revitalizar e urbanizar vias da região.

– Depois que acabar a primeira etapa da obra é que a gente vai começar a sentir a parte da sustentabilidade. A comunidade está tendo uma mudança muito rápida – avalia Dinei Medina, presidente da Associação de Moradores do Chapéu Mangueira.

Serão construídas ainda novas unidades habitacionais. Os moradores receberão dicas de como fazer reutilização de água da chuva e fazer coleta seletiva de lixo. A Prefeitura também estuda o uso de lâmpadas LED – mais econômicas – nos postes.

Entre as iniciativas do Morar Carioca Verde está a construção de bueiros de plástico reciclado, decks de madeira plástica reciclada e jardins verticais, além de ecopontos para receber lixo reciclável. A população local vai ganhar também um horto, que ficará na Babilônia, próximo ao prédio da Unidade Pacificadora.

Depois da polícia pacificadora, os moradores dos morros da Babilônia e Chapéu Mangueira, na Zona Sul do Rio, vão virar símbolos de sustentabilidade. As comunidades serão as primeiras a ter o Morar Carioca Verde, vai revitalizar e urbanizar vias da região.

– Depois que acabar a primeira etapa da obra é que a gente vai começar a sentir a parte da sustentabilidade. A comunidade está tendo uma mudança muito rápida – avalia Dinei Medina, presidente da Associação de Moradores do Chapéu Mangueira.

Serão construídas ainda novas unidades habitacionais. Os moradores receberão dicas de como fazer reutilização de água da chuva e fazer coleta seletiva de lixo. A Prefeitura também estuda o uso de lâmpadas LED – mais econômicas – nos postes.

Entre as iniciativas do Morar Carioca Verde está a construção de bueiros de plástico reciclado, decks de madeira plástica reciclada e jardins verticais, além de ecopontos para receber lixo reciclável. A população local vai ganhar também um horto, que ficará na Babilônia, próximo ao prédio da Unidade Pacificadora.

Fonte: Site Rio 2016

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Rock in Rio é o primeiro evento a ter a certificação 100R

Ser o primeiro evento no Brasil a ter a certificação 100R, selo internacional que atesta emissão zero de carbono e 100% de reciclagem. Este é o objetivo do festival de música Rock in Rio, que será realizado nos dias 23, 24, 25, 29 e 30 de setembro e 1 e 2 de outubro, na Cidade do Rock, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro.

A organização do evento anunciou, durante uma coletiva de imprensa, o seu Plano de Sustentabilidade. Com a campanha “Vá de ônibus”, as ações incluem a gestão de resíduos, redução e compensação da emissão de carbono e programas educacionais.

Segundo Roberta Medina, vice-presidente do Rock in Rio, a certificação 100R baseia-se nos três pilares da sustentabilidade: econômico, ambiental e social. Só recebe o selo quem pratica uma economia de custos no encaminhamento dos resíduos para aterro e garante a venda do material reciclado; reduz a quantidade de detritos encaminhados para aterro sanitário; e trabalha em sua transformação em recursos para projetos de reflorestamento.

“O certificado ainda prevê a integração de catadores de lixo na operação. A receita gerada a partir da venda dos resíduos será cedida para a Cooperativa Barracoop, escolhida para esta edição do Rock in Rio por seu trabalho e sua localização próxima à Cidade do Rock”, afirmou Roberta, que comentou a existência de uma estudo detalhado de toda a emissão de CO2 relacionada com os processos envolvidos na realização do festival. “Dos aviões que trazem os músicos até o número de pessoas presentes no evento”, frisou.

O 100R, que será implantado pela primeira vez no Brasil, será concedido pela instituição portuguesa Sociedade Ponto Verde.

Responsabilidade ambiental

O Plano de Sustentabilidade já foi implantado em Portugal e aumentou a reciclagem dos resíduos em 48%. “No Brasil, a certificação do Rock in Rio pretende ser um marco na gestão ambiental, especialmente pela questão da reciclagem estar apenas no começo. Será um exemplo para a cidade do Rio de Janeiro”, revelou disse Luís Martins, diretor geral da Sociedade Ponto Verde.

O plano contará com o apoio direto da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb). A empresa trabalhará com uma equipe de 1.930 garis, 659 equipamentos diversos e 600 contêineres de 240 litros.

Com informações do O Globo.


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Evento carioca destaca criação de materiais sustentáveis

A oitava edição carioca do evento sustentável Morar Mais por Menos teve início quarta-feira, 30 de agosto, na Lagoa Rodrigo de Freitas, na zona sul do Rio de Janeiro. O evento, que tem como tema “espaços chiques que cabem no bolso”, reuniu mais de 100 profissionais entre arquitetos, decoradores e paisagistas.

O desafio foi conceber 75 ambientes com materiais sustentáveis – sofisticados, atraentes e charmosos. A iniciativa ocupa 2,1 mil m² de área construída e 1,8 mil m² de área externa, onde profissionais consagrados e novos talentos exercitam o talento em parceria com organizações não governamentais e cooperativas. O evento, que tem o apoio do Sebrae no Rio de Janeiro, segue até 9 de outubro.

O local concedido pelo Sebrae foi inspirado nos bairros da zona oeste como Barra da Tijuca e Recreio. “Sustentabilidade do chão ao teto”, assim que os organizadores definiram as Pedras da cidade de Santo Antonio de Pádua (RJ), criadas com argamassa feita com o resíduo fino da rocha, painel de fibra de coco, além dos móveis e pranchas fabricados com madeiras de demolição ou certificadas e fibras de garrafa pet que se transformam em bolsas para plantas são algumas das novidades.

“A valorização do produto local movimenta a economia e, além de gerar mais emprego e renda, este selo também representa sustentabilidade, como a menor emissão de carbono por conta da logística de transporte”, ressaltou o gerente da área de Desenvolvimento Industrial do Sebrae no Rio, Renato Regazzi.

O evento, fundado em 2004, o Morar Mais por Menos foi inspirado nas pessoas que desejam decorar a primeira casa. A iniciativa foi pioneira em sustentabilidade no ano de 2007, quando foram exercitados os materiais criados com conscientização ambental. Em 2009, a ação tornou-se membro do Green Building Council Brasil – organização que visa o desenvolvimento da construção sustentável, conscientizando a sociedade e divulgando práticas ecologicamente corretas.

Fonte: Ecodesenvolvimento

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