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Quase 900 pessoas são encaminhadas a delegacia no Rio

Foto: Cristina Reis

A cidade do Rio de Janeiro contabilizou, em um mês, 887 pessoas encaminhadas para as delegacias. Motivo: urinar nas ruas da capital fluminense. O número se refere à quantidade de foliões que foram parar nas delegacias desde o primeiro dia dos desfiles dos blocos pré-carnavalescos até a noite de terça-feira (21/2). No carnaval do ano passado, 777 pessoas foram encaminhadas às delegacias pelo mesmo motivo. As informações são do portal Estadão.

O esquema especial de monitoramento e fiscalização montado pela Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) para o carnaval 2012 atuou com 8.600 pessoas entre agentes da guardas municipais. O esquema segue até o próximo domingo (26/2).

A fiscalização percorreu os principais blocos da cidade, no Sambódromo e Terreirão, além de ter realizado o ordenamento de eventos do carnaval em vários pontos da cidade: Cinelândia, Avenida Rio Branco, Lapa, 28 de setembro, Intendente Magalhães, Praça Saens Peña, Largo da Taquara, Largo Verdum e Paquetá.

Agentes da Seop retiraram 36 estruturas (tendas e dois banheiros de madeira) montadas irregularmente em área pública. A fiscalização atuou também na concentração, no trajeto e na dispersão dos principais blocos, fazendo com que cumprissem os horários previstos para melhorar a fluidez dos desfiles e liberar o tráfego após o seu encerramento.

No desfile do tradicional bloco Cordão do Bola Preta, no sábado de carnaval, agentes impediram ainda a realização de dois bailes funks, inclusive com a participação de DJs, que ocorriam na Avenida Rio Branco durante o desfile do bloco.

Foto: Cristina Reis

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Prefeitura notifica condomínios por calçadas irregulares

Foto: Cristina Reis

A Prefeitura do Rio de Janeiro concluiu nesta semana um operação de vistoria nas calçadas de 45 vias do bairro de Copacabana, na Zona Sul, com foco especificamente em condomínios e concessionárias.

Dos problemas de responsabilidade dos condomínios (518), 69% eram referentes às calçadas em pedra portuguesa em mau estado de conservação e 13% às jardineiras danificadas. Já em relação às exigências a concessionárias de serviços públicos, 80% dos problemas dizem respeito à recomposição inadequada dos passeios provenientes de obras e 10% à má qualidade da recomposição de jardineiras.

Os condomínios terão 30 dias para correção dos problemas, sob pena de serem multados.

(da redação, com informações do portal O Dia)

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Praia de Copacabana amanhece castigada pelo lixo após réveillon

A Praia de Copacabana amanheceu com muito lixo. Na foto, um registro na altura do Copacabana Palace Hudson Pontes / Agência O Globo

Após a festa de ano novo, a Praia de Copacabana amanheceu castigada, tanto pelo tempo chuvoso quanto pela quantidade assustadora de lixo que foi deixada para trás. O trabalho árduo dos garis começou às 5h da manhã, assim que o dia clareou. Foram recolhidas 370 toneladas de resíduos, um aumento de 25% em relação ao ano passado. O público, estimado pela Polícia Militar em pelo menos dois milhões de pessoas, não atendeu aos pedidos das autoridades para que levassem seus sacos plásticos e recolhessem seu próprio lixo. Lixeiras estavam espalhadas pela orla, porém, houve quem alegasse que eram poucas unidades e que, as que tinham, estavam todas cheias.

— A lixeira está muito longe. Os garis vão recolher daqui a pouco, então jogo aqui mesmo. Não tem problema — afirmou o operador de telemarketing Thiago Santos, de 22 anos.

O secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Osório, disse na manhã deste domingo que o trabalho de limpeza nas praias desde o Leme até o Recreio mobilizou cerca de 3.800 garis na orla. Osório estima que, pelo volume de lixo encontrado no chão, o público em Copacabana neste réveillon deve ter sido superior ao da virada de 2010/2011. Ainda de acordo com Osório, as lixeiras plásticas de 240 litros, colocadas em duplas e amarradas no calçadão e na areia, facilitaram o trabalho dos garis.

— Estamos fazendo a maior operação de limpeza urbana no mundo. Este ano, observamos muita quantidade de garrafas de vidro e de espumante no chão. Esta é uma questão para se discutir com a Ordem Pública e para alertar os cariocas para o próximo ano.

O secretário de Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, pediu mais colaboração do público. Para ele, as pessoas devem pensar num planeta mais sustentável:

— É preciso que cada um faça a sua parte. A população tem que colaborar com o descarte de detritos de forma correta, para termos uma praia mais limpa no fim da festa.

Segundo a Secretaria municipal de Saúde, a maioria dos 1.645 atendimentos realizados entre as 17h do dia 31 dezembro e as 5h30m do dia 1º de janeiro nos sete postos médicos montados na orla de Copacabana foram por cortes nos pés e nas pernas ou intoxicação alcoólica.

De acordo com o gari Anilson José de Freitas, de 50 anos, que trabalha na limpeza no pós-réveillon há pelo menos 15 anos no trecho em frente ao Copacabana Palace, este é o ano mais sujo que ele observou após a virada.

Uma turista de São Paulo chegou a pedir que a reportagem do GLOBO não registrasse a imundice da praia para que a imagem da cidade não fosse prejudicada. Segundo ela, que se disse indignada com a sujeira, a cidade não merecia ser tratada de tal maneira.

Na areia, que mais parecia um camping devido a grande quantidade de barracas e tendas espalhadas, as pessoas pareciam não se importar em dividir o mesmo espaço com a sujeira. Com a chuva e a maré subindo, o lixo era levado para a água. Dentro do mar, garrafas, latas e plásticos se misturavam a flores oferecidas para Iemanjá.

Em toda a cidade, a Comlurb recolheu 645 toneladas de lixo em toda orla da cidade após a festa da virada, um aumento de 6% com relação a 2011, quando o volume de lixo retirado das praias foi de 610 toneladas. A Comlurb mobilizou 3.800 trabalhadores, 300 viaturas e 85 equipamentos para limpeza da orla.

Seop apreende 3.600 bebidas com ambulantes irregulares em Copacabana

A operação da Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) de combate à desordem foi realizada desde a madrugada de sábado retirou, até o momento, 337 barracas de camping montadas nas areias de Copacabana e do Leme. Os agentes, em parceria com guardas municipais, também apreenderam com ambulantes não autorizados: 3.701 bebidas diversas, 129 botijões de gás, 50 quilos de camarão, 100 quilos de alimentos diversos como farofa, carnes e frutas; 50 quilos de milho, 127 chapéus e bonés, 192 camisetas, 136 taças de plástico, 97 capas de chuva, 62 copos luminosos, 35 copos de plástico, 10 carroças, três carrinhos de ferro, 19 óculos, 20 guarda-chuvas, 18 cangas, 22 cordões luminosos, oito adereços, sete cadeiras de praia, 12 caixas de isopor, 11 churrasqueiras, seis tendas, seis mesas, cinco bancos de plástico, um balde de alumínio, uma lona e quatro barras de ferro para sustentação de barracas.

Durante a ação, agentes da Seop multaram ainda 1.078 veículos e rebocaram 202 por estacionamento irregular em Copacabana e no Leme. A fiscalização também percorreu bairros vizinhos e impediu que 10 ônibus de turismo estacionassem irregularmente na Avenida Pasteur em Botafogo e no Jardim de Alah, em Ipanema.

Na virada do ano, de sábado para domingo, na praia da Barra da Tijuca, agentes da Seop retiraram quatro lonas que delimitavam o espaço na areia, impedindo a livre passagem. Durante a ação, foram apreendidos com ambulantes irregulares: 300 quilos de flores, três botijões de gás, uma churrasqueira, nove isopores, sete mesas e uma lona.

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Operação Copacabana reprime práticas ilegais no bairro

Foi deflagrada à mas de uma semana a Operação Copabacana realizada pelo governo do estado do Rio de Janeiro, em parceria com a prefeitura para reprimir práticas ilegais no bairro. São três frentes de atuação: recolhimento de menores e população de rua, fiscalização a estabelecimentos e comércio ilegais e repressão a pequenos crimes como roubos e estacionamento irregular.

Segundo o subsecretário de governo, Rodrigo Bethlem, a operação não tem prazo para terminar.

“Vamos ficar permanentemente em Copacabana, enquanto for necessário para recuperarmos esse cartão postal do Rio”, garantiu Bethlem. As operações acontecem diariamente de 9h às 13h e 22h às 2h.

O primeiro ponto do grupo coordenado por Rodrigo Bethlem foi na Rua Sousa Lima. Moradores de rua foram abordados para serem levados para abrigos da prefeitura. No momento da chegada do grupo, camelôs da praia fugiram. Um caminhão de gelo sem nota fiscal já foi apreendido.

Participam delas: Detran, Batalhão de policiamento em áreas turísticas (Bptur), 12a. DP (Copacabana), Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), Delegacia Anti-pirataria (Drcpim), Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat), 19º BPM (Copacabana), Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), Guarda Municipal, Fundação para Infância e Adolescência (FIA), Fundação Leão XIII, Comlurb, Instituto Pereira Passos, Patrulha Ambiental da Prefeitura, Vigilância Sanitária e a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).

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Fim de ano eleva preços no comércio da praia de Copacabana

“Oooooooooopa! Oi!” A turista no calçadão dá um pulo para o lado e faz careta, ao pressentir que o “chope” vai ser derramado sobre ela.

É só brincadeira e tática de propaganda de Lucas Chaves, o Lico, vendedor da “pegadinha do chope”, uma daquelas tulipas com líquido de mentira para dar um susto nos amigos. No Réveillon, com a praia de Copacabana cheia de turistas, o brinquedo sai por R$ 50 ou R$ 30 a unidade, “dependendo do gringo”.

“Se está vestindo bandana, com mapa do Brasil na mão, é porque chegou hoje, e paga o preço. A gente já conhece as manhas todinhas. Se eu não vender, não como, meu cumpadre”, diz o vendedor. Em controversa “malandragem”, ele tem uma pequena ficha de plástico com os valores 50 e 30, e tapa um ou outro conforme a conveniência.

O aluguel das barracas e cadeiras de praia também aumentou (de R$ 3 e R$ 4 para R$ 5 e até R$ 10) e varia de acordo com o freguês. O comerciante Miguel Dionísio da Silva, 62, ofereceu a duas paulistas cadeiras por R$ 5 cada e uma barraca de sol por R$ 7, ao mesmo tempo que um auxiliar dizia que a barraca sairia por R$ 10 para duas mato-grossenses.

Marcelo Santos reajustou os biquínis de R$ 40 para R$ 50 neste fim de ano

“Não era R$ 7?”, questionou Rose Moreira. “Ele se saiu bem e disse que me daria um ‘desconto’. Eles fazem pela cara do cliente”, disse ela, há dez dias no Rio com a amiga Célia Pestana.

Miguel atribui a elevação do preço de seus produtos à Prefeitura do Rio. “Eu tinha 170 cadeiras e 120 sombreiros, mas a prefeitura mudou as regras e passou a permitir só 80 cadeiras e 40 sombreiros. A culpa é da prefeitura. Aí o preço sobe”, explica. Embora seu ponto seja em frente ao Copacabana Palace, curiosamente, seu maior cliente não é o turista estrangeiro ou de São Paulo, mas dos vizinhos da Baixada Fluminense. “Ninguém gasta menos de R$ 50”, diz.

Quase todos ambulantes dizem o mesmo: neste verão, é o turista nacional que mais compra. “Os gringos pechincham muito. O brasileiro gasta muito mais”, conta o vendedor de biquínis cearense Marcelo dos Santos, cujos produtos subiram, em média 25%, neste mês.

Antônio Sérgio Silva, 37 – há 20 anos na praia de Copacabana, onde dorme diariamente, em uma barraca – começa o preço das camisas e cangas em R$ 30, R$ 5 a mais que em novembro. Como muitos ambulantes, é extrovertido e falante, inclusive em “inglês”. “Para vender a canga, eu digo três ‘ten (dez)’, quer dizer ’30’, ou two ten (dois dez, na tradução), mai fren (my friend, ou meu amigo). Mas muitas vezes eu vendo por R$ 15 ou R$ 10, no sufoco. Brasileiro é melhor de jogo, europeu é mão fechada.”

As piscinas e baldinhos de plástico de Antonio Farias, 60 anos de idade e 30 de praia, passaram de R$ 20 para R$ 25 neste verão. “Mas muitas vezes ainda vendo por R$ 20, para não perder o cliente”, conta.
Contra a maré e de olho no volume de vendas, o ex-cozinheiro Antônio de Lima manteve o preço dos tradicionais mate e biscoito de polvilho em R$ 2,50, apesar de muitos colegas já cobrarem R$ 3. O preço da água de coco passou de R$ 3 para R$ 3,50.

Ilma reajustou massagem, mas em 7%. “Não dá para acompanhar o Congresso, né?”

A massagem na praia também teve reajuste, embora mais modesto, de R$ 70 para R$ 75 (7%), disse a massoterapeuta Maria Ilda Bernardino, que trabalha com o marido, Paulo Bernardino. “Não dá para acompanhar o Congresso, né?”, brincou, em referência ao reajuste de 62% dos deputados e senadores.

No fim de ano, com os turistas ocupando 95% dos quartos da cidade prestes ao Réveillon de Copacabana, até as vagas de carros têm o preço inflacionado.

Um apart-hotel próximo à praia, com o cartaz “Reserve sua vaga!”, substituiu o sistema rotativo por hora pelo aluguel de vagas por 24h, a R$ 100. Uma vaga na noite da virada sai por R$ 200. Até em prédios residenciais, moradores de Copacabana alugam suas vagas, por até R$ 150 na noite do dia 31, quando as entradas do bairro ficam fechadas para carros a partir das 15h. “O valor da vaga se multiplica no dia 31, o pessoal mete a mão. E as pessoas pagam na hora. Vão deixar o carro novo na rua?”, pergunta Liotero Luiz da Costa.

Fonte: Raphael Gomide, iG Rio de Janeiro

Fotos: George Magaraia

 

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Choque de Ordem nas Praias

Durante o primeiro dia da Operação Choque de Ordem nas Praias Verão 2011 deflagrada nesta quarta-feira, agentes da Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) rebocaram 50 veículos e multaram 180 por estacionamento irregular no trecho da orla do Leme ao Recreio dos Bandeirantes. Sete dos veículos – kombis e vans – serviam como depósitos de mercadoria de ambulantes de praia.

“Não haverá tolerância com os motoristas que insistirem em parar seus veículos de forma irregular tanto no trecho da orla quanto nas ruas transversais. Estamos com o dobro de reboques do ano passado”, disse o secretário Alex Costa.

Choque de Ordem

Agentes de Controle Urbano da Seop apreenderam nas areias: 13 águas, 15 cervejas, 12 cadeiras, 14 guarda-sóis, 2 placas publicitárias, 1 bicicleta, 2 pás, 5 isopores, 1 carrinho, 1 quadriciclo e 3 pulverizadores. Durante a fiscalização na orla, oito flanelinhas que atuavam em trechos entre Copacabana e Leblon foram detidos. Sete deles foram conduzidos para a 12ª DP (Copacabana) e um para a 14ª DP (Leblon). Quinze moradores de rua, sendo 2 menores, foram acolhidos na orla de Copacabana e levados para o abrigo da Prefeitura na Ilha do Governador.

Na tarde de terça-feira, 7 de dezembro, um dia antes do início da Operação Verão 2011, agentes de Controle Urbano da Seop estouraram um depósito clandestino com grande quantidade de mercadoria de ambulantes que estavam escondidas em um porão localizado embaixo do Posto 13 na Praia de São Conrado. Através de denúncias, agentes de Controle Urbano da Seop constataram a ilegalidade e apreenderam: 434 cadeiras plásticas, 167 cadeiras de alumínio, 176 guarda-sóis, 9 bancos, 3 mesas de plástico, 2 armações de barraca, 1 bomba d`água, 847 latas de cerveja, 687 bebidas não alcoólicas. As mercadorias estavam estocadas em local onde havia esgoto in natura e presença de ratos. Todo o material apreendido foi levado para um depósito da Prefeitura. Durante a operação, 500 kg de lixo (pedaços de madeira e de ferragens) foram recolhidos pela Comlurb.

Fonte O Dia online

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Altos preços de quiosques da orla de Copacabana desagradam fregueses locais

Cariocas e turistas estão assustados com os altos preços praticados pelos quiosques, especialmente na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio. Comerciantes aproveitam a chegada da alta temporada e chegam a cobrar R$ 2,50 por um pequeno pacote de batata frita. E a salutar água de coco está “amargando” no bolso, a R$ 3, como pode ser conferido na imagem.

No último domingo, diversos quiosques estavam vazios e as pessoas que moram por perto levavam de casa água, cerveja e petiscos para consumo na praia, para não ter que ficar reféns dos altos preços dos vendedores. Na Rua Domingos Ferreira, um bar está cobrando R$ 5 por uma garrafa de cerveja de 600 ml. Eles esquecem que, com o fim do verão e do Carnaval, os turistas vão embora e os fregueses de todo dia ficam.

Fonte: O Globo Online

 

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Subprefeitura apreende 160 quilos de frutas e legumes

A Subprefeitura da Zona Sul, a 5ª Região Administrativa, a Guarda Municipal e a Coordenadoria de Controle Urbano (CCU) apreenderam 160 quilos de frutas e legumes, cinco quilos de doces, seis óculos e um guarda-chuva, nesta terça-feira (27), em Copacabana. A ação aconteceu nas ruas Siqueira Campos e Bolívar, na Avenida Nossa Senhora de Copacabana e na Praça Edmundo Bittencourt, no Bairro Peixoto.

Na segunda-feira, 25 vans foram multadas em operação da Subprefeitura da Zona Sul, em parceria com a 6ª Região Administrativa e o Grupamento Especial de Trânsito (GET). Nesta terça, foram mais 21, em ruas do bairro de Ipanema, Leblon e Gávea. Duas propagandas eleitorais irregulares também foram retiradas na autoestrada Lagoa-Barra.

Portal da Prefeitura

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Supermercados no Leme recebem mais de R$ 3 mil em multas

A Subprefeitura da Zona Sul e a 5ª Região Administrativa realizaram, na última quarta-feira, dia 28, uma operação “Supermercado Limpo”, em parceira com a Vigilância Sanitária, que inspecionou os supermercados Pão de Açúcar, na Rua Ministro Viveiros de Castro, e Princesa, na Av. Princesa Isabel, ambos no Leme.

Durante a ação, dois Autos de Infração (cada um no valor de R$ 1.012,42) por falta de asseio e por produtos fora da validade foram lavrados para o Pão de Açúcar. Um Termo de Apreensão e Inutilização descartou cerca de 25 quilos de alimentos que estavam sem identificação de procedência ou com a validade vencida. Foi emitido ainda um Termo de Intimação, com prazo de 30 dias, devido à sujeira no depósito e à presença de insetos.

No Princesa, foi gerado um Auto de Infração por falta de asseio e dois Termos de Intimação, um com prazo de cinco dia e outro com prazo de 30, basicamente para corrigir problemas de organização, arrumação e iluminação, assim como restaurar pisos e paredes.

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