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Rio forma mais 186 guardas municipais para atuar em Copacabana

A Prefeitura do Rio de Janeiro realizou no dia 13 de dezembro a formatura de mais 186 guardas municipais na sede da Guarda Municipal, em São Cristóvão, zona norte. Os agentes ganharam as ruas no dia 20 do mesmo mês corrente, compondo o efetivo da nova Unidade de Ordem Pública de Copacabana. Com os formandos desta turma, a GM-Rio passa a ter efetivo de 6.403 guardas, mantendo o título de maior Guarda Municipal desarmada do Brasil.

Durante a solenidade, os alunos da 3ª turma do 5º Concurso de Guardas Municipais fizeram o juramento e receberam o braçal “Ordem Pública”.

Em seu discurso de boas vindas aos novos guardas, o comandante da GM-Rio, coronel Henrique Lima Castro, falou da importância desta formatura para a corporação.

– Hoje, completamos o ciclo de um desafio proposto pelo prefeito Eduardo Paes para a GM-Rio. Para inaugurar cinco unidades de ordem pública do Projeto Rio em Ordem, da Prefeitura do Rio, em 2011, foi preciso formar novos guardas. Esse desafio foi proposto há seis meses e nós conseguimos cumprir. Sentimos muito orgulho e satisfação com o empenho dos 43 instrutores da Academia, que trabalharam para qualificar os novos guardas. Podemos dizer: Missão dada, missão cumprida.

O curso de formação, última etapa do concurso, acontece sempre na Academia da GM-Rio. Durante três meses, os candidatos passam por treinamentos com destaque para condutas de atendimento ao cidadão e ética, além de conhecimentos básicos de 38 disciplinas indispensáveis à profissão, tais como noções de direito, técnica operacional, primeiros socorros, trânsito e defesa pessoal.

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Operação Copacabana reprime práticas ilegais no bairro

Foi deflagrada à mas de uma semana a Operação Copabacana realizada pelo governo do estado do Rio de Janeiro, em parceria com a prefeitura para reprimir práticas ilegais no bairro. São três frentes de atuação: recolhimento de menores e população de rua, fiscalização a estabelecimentos e comércio ilegais e repressão a pequenos crimes como roubos e estacionamento irregular.

Segundo o subsecretário de governo, Rodrigo Bethlem, a operação não tem prazo para terminar.

“Vamos ficar permanentemente em Copacabana, enquanto for necessário para recuperarmos esse cartão postal do Rio”, garantiu Bethlem. As operações acontecem diariamente de 9h às 13h e 22h às 2h.

O primeiro ponto do grupo coordenado por Rodrigo Bethlem foi na Rua Sousa Lima. Moradores de rua foram abordados para serem levados para abrigos da prefeitura. No momento da chegada do grupo, camelôs da praia fugiram. Um caminhão de gelo sem nota fiscal já foi apreendido.

Participam delas: Detran, Batalhão de policiamento em áreas turísticas (Bptur), 12a. DP (Copacabana), Delegacia de Proteção a Criança e ao Adolescente (DPCA), Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV), Delegacia Anti-pirataria (Drcpim), Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat), 19º BPM (Copacabana), Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA), Guarda Municipal, Fundação para Infância e Adolescência (FIA), Fundação Leão XIII, Comlurb, Instituto Pereira Passos, Patrulha Ambiental da Prefeitura, Vigilância Sanitária e a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).

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Das 19 estações para aluguel de bicicleta no Rio, 13 não funcionam adequadamente

O projeto Pedala Rio, que integra o sistema de Bicicletas Públicas Samba (Solução Alternativa para a Mobilidade por Bicicletas de Aluguel), enfrenta problemas. Das 19 estações em funcionamento espalhadas ao longo da orla da zona sul, 13 não estão funcionando de forma adequada, como a imagem acima disponibilizada pelo site http://www.mobilicidade.com.br confirma.

O programa tem por objetivo alugar, com baixo custo, bicicletas aos moradores e turistas para aumentar a utilização de veículos considerados mais sustentáveis, melhorando assim a qualidade do ar na cidade e também proporcionando qualidade de vida para a população.

O sistema, inspirado no Vélib francês – que conseguiu criar o hábito com bastante sucesso entre os franceses – em terras cariocas não teve o mesmo êxito. Operado pela empresa Serttel, que tem a concessão do serviço, e licitado pela prefeitura, o programa foi lançado em janeiro de 2009, com previsão de implantação de até 50 estações e 500 a 1000 bicicletas, nos bairros de: Copacabana, Leblon, Ipanema, Lagoa, Botafogo, Flamengo, Centro e Tijuca. As 19 estações implantadas ficam nos bairros de Copacabana, Leblon, Ipanema e Lagoa.

Fonte: R7

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Retirar fradinhos será liberar as calçadas para a invasão dos carros

Durante o verão, a orla da Zona Sul do Rio de Janeiro sempre vive uma temporada de caos. Um dos principais problemas é o estacionamento irregular de veículos. Os carros param em fila dupla, bloqueiam garagens e, principalmente, estacionam em cima das calçadas, atrapalhando a livre circulação de pedestres.

Para coibir o estacionamento nas calçadas, há barreiras físicas, os frades-de-pedra, conhecidos como fradinhos. São marcos de granito que ficam junto ao meio-fio e à entrada das garagens impedindo o avanço dos automóveis.

A Prefeitura do Rio, talvez na falta de algo mais importante para cuidar, enviou circular aos condomínios da Avenida Vieira Souto, em Ipanema, mandando que destruam os fradinhos e retirem das calçadas vasos de plantas, cilindros de metal e outros obstáculos que vedam a passagem dos veículos por elas.

O município é incapaz de fazer a manutenção adequada da orla, com calçadas esburacadas, postes enferrujados, lâmpadas apagadas e mobiliário urbano degradado. Por que, então, retirar os fradinhos, que cumpriam bem a sua função?

Causam certa poluição visual, mas são um mal necessário para combater a falta de civilidade de motoristas e flanelinhas. De acordo com a Secretaria municipal de Transportes, o estacionamento em local proibido é a terceira infração mais praticada na cidade. É impossível reprimi-lo com fiscalização da Guarda Municipal. Tem que haver impedimento físico.

Obviamente, a medida da prefeitura pretende estimular a desordem urbana. Foi bem-sucedida. O verão nem chegou, e os carros já voltaram a estacionar sobre as calçadas da Vieira Souto. Quando a alta temporada chegar, a situação será incontrolável.

Autor: Ricardo Linhares – Autor de novela

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Remoção de fradinhos, iniciada na orla, será estendida a toda a cidade

A retirada dos fradinhos – barreiras de concreto ou ferro – que já começou a ser feita na orla da Zona Sul será estendida ao resto da cidade dentro de 60 dias. A prefeitura começará a fixar, ainda esta semana, prazos distintos por bairro ou região para que condomínios e proprietários de imóveis residenciais ou comerciais removam os obstáculos, instalados indiscriminadamente nas calçadas. A determinação será publicada em portaria conjunta das secretarias de Urbanismo, Conservação e da Ordem Pública. E deverá começar a valer logo após a conclusão da retirada dos fradinhos da orla entre o Flamengo e o Recreio dos Bandeirantes.

Ontem, último dia para remoção dos obstáculos nas avenidas Vieira Souto, em Ipanema, e Delfim Moreira, no Leblon, alguns condomínios corriam contra o tempo para liberar as calçadas, enquanto outros pediam ampliação do prazo. Segundo o secretário de Conservação, Carlos Roberto Osório, dos 79 prédios da orla de Ipanema e Leblon, 66 já removeram os obstáculos. Outros 13 conseguiram prazo até sexta-feira para providenciar a liberação das calçadas.

Prédios da Barra vão ser notificados hoje

Hoje, a prefeitura começa a notificar os condomínios da orla da Barra, dando 15 dias para que os administradores façam o trabalho. Já os da orla do Recreio serão notificados na segunda quinzena deste mês. Em setembro, será a vez da orla de Copacabana, Leme, Botafogo e Flamengo.

Segundo o secretário de Urbanismo, Sérgio Dias, a tendência da prefeitura é decidir pela retirada quase total de fradinhos na cidade, dando autorizações apenas em casos excepcionais.

E, quando isso for feito, deverão ser estabelecidos padrões de fradinhos para cada região, que atendam às necessidades locais. O trabalho fora da orla deverá começar pelo Centro Histórico, uma prioridade do prefeito Eduardo Paes. A remoção, contudo, segundo o secretário Carlos Osório, deixará de fora obstáculos colocados pelo poder público dentro de projetos de urbanização de ruas, como, por exemplo, as bolas de ferro do Rio Cidade no Leblon.

– Essas bolas foram previstas no projeto – justificou.

Para o secretário Sérgio Dias, a cidade hoje sofre as consequências de anos de liberalidade e falta de fiscalização, o que produziu um semnúmero de fradinhos e jardineiras instalados sem critério, como forma de evitar o estacionamento proibido.

Ontem, três condomínios da orla de Ipanema e do Leblon faziam a remoção de fradinhos. Num deles, o Edifício Vieira Souto, na esquina com a Rua Joana Angélica, operários providenciavam a retirada de 32 obstáculos. Síndico teme volta de flanelinhas em Ipanema Síndico do prédio, Paulo Mauricio Wanderley disse temer que as calçadas voltem a ser exploradas por flanelinhas.

Enquanto isso, perto dali, um caminhão de mudança ocupava, no início da tarde, parte da calçada em frente ao prédio número 412 da Vieira Souto.

– A prefeitura prometeu fiscalizar, mas não é onipresente – disse Paulo.

O secretário da Ordem Pública, Alex Costa, disse que a secretaria está preparada para enfrentar o estacionamento proibido nos locais onde os fradinhos forem retirados.

Fonte: O Globo

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